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29/01/2018

Projeto do Programa de Iniciação Científica (PIC) da FESB é selecionado para participar de dois eventos científicos internacionais

Fundação de Ensino Superior de Bragança Paulista (FESB) inicia o ano com boas notícias, principalmente no setor de pesquisa. O semestre nem bem começou, e a faculdade já obteve a confirmação da aprovação de um de seus projetos desenvolvido através do Programa de Iniciação Científica (PIC), para participação em dois eventos internacionais de grande repercussão no meio acadêmico e científico. Um deles em Praga - República Tcheca (20ª Conferência Internacional de Zoologia e Ciência Animal (ICZAS 2018) e o outro em Atenas – Grécia (2º Simpósio Internacional Anual sobre Ciência Animal e Zoologia). Os congressos acontecem, respectivamente, em março e em julho deste ano.

A seleção foi motivo de muita satisfação, tanto para os professores orientadores do projeto - profa Me. Virginia de Souza Bueno e professor Me. Francisco Fambrini - quanto para coordenadores das graduações e Diretoria Acadêmica da FESB. “Orgulho de ver o crescimento da pesquisa na FESB”, afirmou a Profa. Dra. Maria Raquel Negro, diretora acadêmica da faculdade ao cumprimentar os professores.

SOBRE O PIC

O projeto, selecionado para estar nas duas programações internacionais, consiste em um levantamento da fauna edáfica na reserva particular do patrimônio natural no bairro da Serrinha. Posteriormente todas as informações obtidas foram submetidas a análise estatística utilizando os índices de Shannon e Pilou para riqueza e equitabilidade.

Segundo a professora Virgínia Bueno, o reconhecimento e a identificação da fauna e flora de uma área, em especial de uma unidade de conservação, é de fundamental importância para proteger e conservar a biodiversidade local. Ela explicou, que o objetivo principal da pesquisa foi quantificar a densidade e diversidade de grupos da fauna edáfica (em especial a mesofauna e a macrofauna) do solo sob diferentes sistemas de produção e ocupação, comparando 5 tipos distintos (agroflorestal, pastagem, mata preservada, horta e plantação de eucalipto. A análise apontou a plantação de eucalipto como área mais biodiversa. Na sequência ficou a área de mata preservada e a agrofloresta. A área destinada ao pasto ficou em quarto lugar apresentando o maior número de indivíduos, porém, divididos em poucos grupos. A menos biodiversa foi a área representada pela horta. “A pesquisa corroborou para consenso que existe entre  diversos autores que defendem que a  diversidade da fauna edáfica deve ser medida não somente pela riqueza do número de indivíduos, mas também pelos diferentes grupos que aparecem no solo, indicando assim maior equilíbrio e manutenção da fertilidade do mesmo”, concluiu.

O PIC teve como estudante participante: Guilherme de Oliveira (3º sem. Ciências Biológicas) e alunos convidados da escola de educação básica Viverde ( Giovana Moço, Luciana Marques, Maira Taffuri, Mayara Cesila e Raíssa Lima).

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